quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Não ao certo

Não obrigatoriamente as coisas funcionariam;
Talvez, também, não fosse fácil a convivência (nunca é);
Não existiria um certificado de garantia de que seria mais fácil.
Não necessariamente caminharíamos sempre lado a lado.

Muitas vezes nos apegamos ao que deixou de ser. As coisas conjugadas no lâmúrio do verbo errado. O que poderia e não foi, o 'e se'...

Pra enfrentar a vida cotidiana, é até relevante imaginar o que poderia ter sido. Alguma compensação. Algum sentimento nostálgico, ou talvez, muito sentimento nostálgico.

Não dá pra saber ao certo. Dá apenas para conjecturar. Apenas imaginar e se arrepender, arrepender, arrepender... De não ter tentado, de não ter procurado com mais afinco, não ter aguentado mais um pouquinho.

Mas, não exatamente as coisas teriam dado certo...

6 comentários:

Mr. Lemos disse...

Acho que a graça está aí mesmo. Nunca dá pra ter certeza do sucesso ou não da experiência. Se vc pelo menos tentou, não vai carregar a dúvida. Mas a dúvida, às vezes, é mesmo um benefício... né?

Paula disse...

Exatamente assim que penso, a dúvida muitas vezes nos conforta.rsrsrs...

Paula disse...

Exatamente assim que penso, a dúvida muitas vezes nos conforta.rsrsrs...

O Burro que chora disse...

Obrigada pela visita ao blog do burro chora...
Vou passar com mais calma depois para conhecer seu blog...
felicidades

Flavia Werlang disse...

OI Paula
Recebeu minha mensagem para participar da materia para a revista Pais e Filhos sobre gravidas/maes solteiras?
Aceita? Se aceita me escreve para werlang.flavia@gmail.com
beijão!!!

Anônimo disse...

oi poeteira,

tenho que falar com você sobre aquele assunto que vc adora e que me dah ulceras.

estou tentando te telefonar.