segunda-feira, 8 de março de 2010




Saudade louca
Arlindo Cruz & Acyr Marques & Franco

Nunca mais ouvi falar de amor
     
Nunca mais eu vi a flor
     
Nunca mais um beija-flor
     
Nunca mais um grande amor     assim
         
Que me fizesse um sonhador
          
Levando a dor pra ter um fim
          
Pra nunca mais e nunca mais
    
Ah, meu amor, eu tive jeito de sorrir
        
Eu tive peito de me abrir
     
Ando louco de saudade (Saudade Saudade Saudade ôô)
      
Que é louca por você.
     
Ando louco de saudade (Saudade Saudade Saudade ôô)
      
O tempo voa         e não perdoa
       
Só magoa    solidão
     
Quem ama chora,      chora quem ama
     
Quem diz que não ama, não sonha em vão
           
Se a gente chora é tem saudade

Até se atreve voltar atrás
        
A velha frase o vento leve

É até breve não nunca mais

quinta-feira, 4 de março de 2010


“Por mais que todas as terapias do mundo, todas as auto-ajudas do universo e todos os amigos experientes do planeta me digam que preciso definitivamente não precisar de você, minha alma grita aqui dentro que, por mais feliz que eu seja, a festa é sempre pela metade.”

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Nada do que foi será II



Só esta semana mais três despedidas.



















Apesar de estar AMANDO morar de novo em Ipu; estar de volta está me fazendo sofrer com despedidas, mais do que o esperado.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Não, eu não vou mais acrditar em desculpas. 
Carnaval está aí, eu estou me mudando, fora outras coisas mais importantes.
Desta vez eu juro que não vou me martirizar tentando adivinhar o que fiz ou deixei de fazer!
Fadigada!

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Sobre mudanças

Não, eu não acredito mais no amor.
Faz tempo que deixei de acreditar no 'felizes para sempre', e passei a crer no 'felizes da melhor forma possível'.
Se no passado soubesse que depois dos trinta não sentiria mais borboletas na barriga, nem vontade de desmaiar, nem o rosto ruborizar; teria um milhão de vezes mais pulado de cabeça na paixão. 
Teria jogado fora todas as estratégias e atitudes eficazes.
Teria vivido intensa e plenamente todas as dores, todas as angústias, todos os momentos.
E não foi por falta de aviso, tive no início da adolescência duas professoras-mestras-mentoras-gurus no colégio que estudei aqui em Ipu. Elas me aconselharam inúmeras vezes, e uma delas sempre deixava recadinhos me mandando virar a Super-Paula e viver cada momento 'bem vivido e bem sentido', era o que ela gostava de dizer...
Lógico que cresci com esta vantagem do conselho, porém seguia poucas vezes, preferi em muitos casos me colocar em uma redoma protetora, camufladora de sentimentos.
Mesmo na minha principal história, que me rendeu um filho lindo, noites mal dormidas, um coração despedaçado e muitas seqüelas; mesmo nela lancei mão do meu alter-ego para me fazer de 'durona'. Não vivi o luto deste ex-amor, e nem poderia, pois ao meu lado estavam pessoas que sofreriam junto se me vissem assim.
Então em pouco tempo tive que colocar a máscara da sensatez e tentei desesperadamente procurar um 'substituto' para aquele amor. Lógico que tive a consciência de fazer a substituição só no meu coração, na vida do Gustavo, apesar de toda mágoa, sempre deixei claro que o pai dele era uma pessoa que não faria mais parte das nossas vidas em tempo integral.
Foi uma atitude infantil e por que não dizer, burra?
Fazendo esta reflexão, me pergunto, porque cargas dágua durante tanto tempo eu escondi isso? Só provocou foi mais dor.
Hoje convivo tranqüila(?) com a situação exposta. É assim e pronto. Nada de grandes lamentações. Foram escolhas, desde o momento em que o vi(enxerguei) pela primeira vez  sentado à minha frente no chão daquele hotel fazenda.
A minha descrença no amor vem da questão óbvia e inevitável que outra pessoa que apareça, ou não, na nossa vida, não será uma formação convencional de família, pois sempre conviverei com a 'divisão' da presença do Gustavo.
Triste? Obvio que não!
Sem hipocrisia, sou muito bem resolvida na minha história atual, cheguei, ao menos, no sonho profissional, de reconhecimento, admiração, confiança pelos superiores e pacientes. Isto me enche de orgulho e prazer.
E pelo menos, por enquanto, afinal a vida muda rápido demais, isto me basta!