Eis o melhor e o pior de mim, o meu termômetro e meu quilate...Só não se perca ao entrar no meu infinito particular.
domingo, 4 de abril de 2010
Sobre uns comentários maldosos que vem surgindo e eu não teeeenhoooo a menoooorrrr noção de quem é (leia em tom de máxima ironia); encontrei o seguinte texto:
"Minha vida sempre foi um livro aberto,
mas contenha-se em apenas lê-lo, aqui
quem escreve as páginas sou EU!
mas contenha-se em apenas lê-lo, aqui
quem escreve as páginas sou EU!
Se não esta gostando da história..
É simples..
Feche o livro!"
Feche o livro!"
Tarde de compras e os lençóis 300 fios
-Mãe, tô precisando de uns lençóis.
-Há, filha, tem uma loja em que eu comprei os meus. Só coisa de primeira linha.
( Minha mãe é assim mesmo, nasceu de parteira na fazenda Refrigério- do meu avô- dormiu em rede de Tucum mais de 14 anos, mas hoje as coisas dela são tudo de 'primeira linha')
( Minha mãe é assim mesmo, nasceu de parteira na fazenda Refrigério- do meu avô- dormiu em rede de Tucum mais de 14 anos, mas hoje as coisas dela são tudo de 'primeira linha')
Mas fomos nesta tal loja.
Quando entramos, Deus que coisa linda!
Tive vontade de levar tudo. O Edredon, o carpete, os lençóis, a cortina, os perfumes pra lençol ( Rico tem cada excentricidade, nam....)
Tive vontade de levar tudo. O Edredon, o carpete, os lençóis, a cortina, os perfumes pra lençol ( Rico tem cada excentricidade, nam....)
Mas me preparei pra facada.
Escolhi um entre o lindo de morrer e o mais ou menos o meu salário.
Escolhi um entre o lindo de morrer e o mais ou menos o meu salário.
- Quanto custa este?
-R$ 3.500,00.
Com ar de coisa mais natural do mundo:
-O conjunto? (Incluindo a cama, deu vontade de perguntar).
-Não, só o lençol de cama de casal com elástico.
Sob a vergonha da minha mãe soltei um sonoro:
-QUÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊ?????????????
Tentando amenizar a situação, a doidinha:
-É que ele é de 300 fios indianos.
Não pude evitar a risada.
-Mamãe, vamos na Riachuelo que pra mim basta um fio bem costurado do começo ao final. E Brasileiro, pq sou patriota.
Aposentada do amor
Recente adicionei num site de relacionamentos ( acho comédia quando alguém se refere assim ao famoso Orkut, no meu caso é orkut mesmo. Adoro fuçar a página do meu ex-namorado morto de lindo e da horrorosa da nova namorada dele; adoro também ter reencontrado uns paqueras da época de faculdade e que, como eu depois de muitas viradas de ano, também encontram-se solteiros...rsrs) bom, mas, voltando ao assunto:
Adicionei, lá neste local, uma comunidade bem interessante intitulada aposentado do amor, porquê eu já cansei disso...
Lógico que me identifiquei na hora!
Eu já cansei desta busca sem sentido, fora que existem outras coisas, como o fato de eu ter me tornado egoísta demais para dividir minha cama King e meus lençóis de 300 fios indianos (rsrs).
Eu já cansei desta busca sem sentido, fora que existem outras coisas, como o fato de eu ter me tornado egoísta demais para dividir minha cama King e meus lençóis de 300 fios indianos (rsrs).
Egoísta demais pra ter alguém escovando o dente ( ou fazendo sei lá o quê), enquanto tomo banho e me lambuzo de cremes com cheiro de maracujá.
Egoísta demais pra querer alguém tomando posse do MEU controle remoto,ou deixando a tampa do vaso levantada.
Egoísta demais pra dormir com uma melodia de roncos misturada com engasgos.
Fora que tem a prova de fogo, pra estar comigo tem que gostar muito mais do Gustavo, tem que adorar crianças, tem que ser maduro durante suas birras e eu perceber o semblante de sinceridade pura, nesta hora.
E o pior de tudo, tem que me aturar de TPM, e tem que não pensar em comer meus chocolates neste período (afim de resguardar sua integridade física).
Acho que já basta pra justificar porquê estou aposentada do amor.
Meus amigos André e Iáskara tem outra explicação, acham que estou aposentada do amor, como costumo falar, pra estar sem dar explicações à ninguém, sempre que me der vontade, naquela famosa rua da Estrela.
Bom, uma história tem sempre mais de uma versão, a minha vocês já sabem, é que cansei disso tudo...
Meus amigos André e Iáskara tem outra explicação, acham que estou aposentada do amor, como costumo falar, pra estar sem dar explicações à ninguém, sempre que me der vontade, naquela famosa rua da Estrela.
Bom, uma história tem sempre mais de uma versão, a minha vocês já sabem, é que cansei disso tudo...
sexta-feira, 2 de abril de 2010
Nômade
Porquê eu também adoro estar aqui...
Há um ano coloquei no carro três caixas, duas malas, um filho, uma babá e uma mãe e voltei pra minha terra!
Há um ano por uma boa proposta, pelo desejo de ter mais tempo pra meu filho, por qualidade de vida e por acontecimentos esquecíveis no final de 2008, parti sem hora pra voltar!
Há um ano montei uma casa às pressas, me adaptei à nova e maravilhosa realidade, reencontrei grandes e verdadeiros amigos e fiz mais uns tantos.
Há um ano tenho uma casa decorada do meu jeito, onde faço o que sempre quiz: mudo as coisas de lugar com frequência e recebo quase toda tarde pessoas pra um café da tarde recheado de conversas.
Há um ano troquei minha mãe para estar mais próxima à meu pai, fiz o inverso do caminho trilhado 16 anos atrás.
Há um ano tenho planos de contruir uma casa do meu jeitinho.
Tembém há um ano sei como é caro mercantil e carne, bem como conta de luz e telefone! rs
Mas, caminho nas ruas sem medo, estaciono e não sei o que é flanelinha.
É nesse percurso de 365 dias (mais um pouco) que em feriado e alguns finais de semana venho matar minha sede de praia, de carangueijo, do cheiro da comida da mamãe, do meu quarto que continua montado do jeito que saí e do banho quentinho no meu chuveiro.
Aqui o Gustavo também se sente em casa, espalha os brinquedos por toda a sala da casa da mamãe, dorme com ela contando histórias, brinca de cavalinho com o 'Tie padim' e espera o passeio certo com a 'madinha Kákara'.
E este post é pra dizer que não me perguntem de onde gosto mais, pois me sinto em paz no 'interior ou na capitar'.
Há um ano coloquei no carro três caixas, duas malas, um filho, uma babá e uma mãe e voltei pra minha terra!
Há um ano por uma boa proposta, pelo desejo de ter mais tempo pra meu filho, por qualidade de vida e por acontecimentos esquecíveis no final de 2008, parti sem hora pra voltar!
Há um ano montei uma casa às pressas, me adaptei à nova e maravilhosa realidade, reencontrei grandes e verdadeiros amigos e fiz mais uns tantos.
Há um ano tenho uma casa decorada do meu jeito, onde faço o que sempre quiz: mudo as coisas de lugar com frequência e recebo quase toda tarde pessoas pra um café da tarde recheado de conversas.
Há um ano troquei minha mãe para estar mais próxima à meu pai, fiz o inverso do caminho trilhado 16 anos atrás.
Há um ano tenho planos de contruir uma casa do meu jeitinho.
Tembém há um ano sei como é caro mercantil e carne, bem como conta de luz e telefone! rs
Mas, caminho nas ruas sem medo, estaciono e não sei o que é flanelinha.
É nesse percurso de 365 dias (mais um pouco) que em feriado e alguns finais de semana venho matar minha sede de praia, de carangueijo, do cheiro da comida da mamãe, do meu quarto que continua montado do jeito que saí e do banho quentinho no meu chuveiro.
Aqui o Gustavo também se sente em casa, espalha os brinquedos por toda a sala da casa da mamãe, dorme com ela contando histórias, brinca de cavalinho com o 'Tie padim' e espera o passeio certo com a 'madinha Kákara'.
E este post é pra dizer que não me perguntem de onde gosto mais, pois me sinto em paz no 'interior ou na capitar'.
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