“Por mais que todas as terapias do mundo, todas as auto-ajudas do universo e todos os amigos experientes do planeta me digam que preciso definitivamente não precisar de você, minha alma grita aqui dentro que, por mais feliz que eu seja, a festa é sempre pela metade.”
Eis o melhor e o pior de mim, o meu termômetro e meu quilate...Só não se perca ao entrar no meu infinito particular.
quinta-feira, 4 de março de 2010
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Sobre mudanças
Não, eu não acredito mais no amor.
Faz tempo que deixei de acreditar no 'felizes para sempre', e passei a crer no 'felizes da melhor forma possível'.
Se no passado soubesse que depois dos trinta não sentiria mais borboletas na barriga, nem vontade de desmaiar, nem o rosto ruborizar; teria um milhão de vezes mais pulado de cabeça na paixão.
Teria jogado fora todas as estratégias e atitudes eficazes.
Teria vivido intensa e plenamente todas as dores, todas as angústias, todos os momentos.
E não foi por falta de aviso, tive no início da adolescência duas professoras-mestras-mentoras-gurus no colégio que estudei aqui em Ipu. Elas me aconselharam inúmeras vezes, e uma delas sempre deixava recadinhos me mandando virar a Super-Paula e viver cada momento 'bem vivido e bem sentido', era o que ela gostava de dizer...
Lógico que cresci com esta vantagem do conselho, porém seguia poucas vezes, preferi em muitos casos me colocar em uma redoma protetora, camufladora de sentimentos.
Mesmo na minha principal história, que me rendeu um filho lindo, noites mal dormidas, um coração despedaçado e muitas seqüelas; mesmo nela lancei mão do meu alter-ego para me fazer de 'durona'. Não vivi o luto deste ex-amor, e nem poderia, pois ao meu lado estavam pessoas que sofreriam junto se me vissem assim.
Então em pouco tempo tive que colocar a máscara da sensatez e tentei desesperadamente procurar um 'substituto' para aquele amor. Lógico que tive a consciência de fazer a substituição só no meu coração, na vida do Gustavo, apesar de toda mágoa, sempre deixei claro que o pai dele era uma pessoa que não faria mais parte das nossas vidas em tempo integral.
Foi uma atitude infantil e por que não dizer, burra?
Foi uma atitude infantil e por que não dizer, burra?
Fazendo esta reflexão, me pergunto, porque cargas dágua durante tanto tempo eu escondi isso? Só provocou foi mais dor.
Hoje convivo tranqüila(?) com a situação exposta. É assim e pronto. Nada de grandes lamentações. Foram escolhas, desde o momento em que o vi(enxerguei) pela primeira vez sentado à minha frente no chão daquele hotel fazenda.
A minha descrença no amor vem da questão óbvia e inevitável que outra pessoa que apareça, ou não, na nossa vida, não será uma formação convencional de família, pois sempre conviverei com a 'divisão' da presença do Gustavo.
Triste? Obvio que não!
Sem hipocrisia, sou muito bem resolvida na minha história atual, cheguei, ao menos, no sonho profissional, de reconhecimento, admiração, confiança pelos superiores e pacientes. Isto me enche de orgulho e prazer.
E pelo menos, por enquanto, afinal a vida muda rápido demais, isto me basta!
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Problema de "junta"
Duas festas de quinze anos:
-A minha foi na varanda enorme da casa da minha tia, com o André Luís tocando violão à noite inteira. E a aniversariante fugindo às onze para usufruir o melhor presente: festa na danceteria Help na várzea do Giló, totalmente autorizada pelos pais!!!!
Em casa, cheguei no dia seguinte pela primeira vez.
- A da minha melhor-amiga-de-infância-de-toda-a-vida, Bit, começou de tarde e só parou quando já não aguentávamos mais coreografar: 'tum, tum, tum, bateu...tum, tum,tum, bateu, a saudade bateu que doeu"...
Duas festas de trinta anos:
- A minha uma festa de vinte e tantos anos e tudo de festa de cça, desde churros à algodão doce.
-A da Bibit, uma festa com direito à cafetão na sua nova cobertura à avenida Don Luís.
A recuperação neste dois casos, diverge; aos quinze acordei cedo pra não perder o dia. Aos trinta fiquei de molho, com o cérebro sendo fritado de tanta dor de cabeça.
E foi assim que quinze anos depois excomunguei de vez a vida notívaga. E penso vinte vezes antes de passar uma noite acordada longe dos meus lençóis, e isto não tem nada a ver com companhia!
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